Miguel Relvas, braço-direito de Pedro Passos Coelho, deverá invocar motivos pessoais, mas, segundo adianta o Expresso online, na verdade a gota de água terá sido o processo de verificação das suas equivalências, instaurado pela Inspecção Geral da Educação e Ciência.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, já aceitou o pedido de demissão apresentado pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou o gabinete do chefe do Governo.
"O Gabinete do Primeiro-Ministro informa que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, apresentou ao primeiro-ministro o seu pedido de demissão, que foi aceite. Em face desta situação, o primeiro-ministro proporá oportunamente ao Presidente da República a exoneração do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e a nomeação do seu substituto", lê-se numa nota à comunicação social.
Na mesma nota, "o primeiro-ministro enaltece a lealdade e a dedicação ao serviço público com que o ministro Miguel Relvas desempenhou as suas funções, bem como o seu valioso contributo para o cumprimento do Programa do Governo numa fase particularmente exigente para o país e para todos os portugueses".
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, já aceitou o pedido de demissão apresentado pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou o gabinete do chefe do Governo.
"O Gabinete do Primeiro-Ministro informa que o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, apresentou ao primeiro-ministro o seu pedido de demissão, que foi aceite. Em face desta situação, o primeiro-ministro proporá oportunamente ao Presidente da República a exoneração do ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares e a nomeação do seu substituto", lê-se numa nota à comunicação social.
Na mesma nota, "o primeiro-ministro enaltece a lealdade e a dedicação ao serviço público com que o ministro Miguel Relvas desempenhou as suas funções, bem como o seu valioso contributo para o cumprimento do Programa do Governo numa fase particularmente exigente para o país e para todos os portugueses".
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